quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Balanço de 2010

Com saúde, logo perfeito!

A nível familiar, foi bom, tenho uma família com muitos momentos de felicidade, muitos de birras, muitos de desentendimentos, muitos de autoridade. Enfim, uma família feliz com duas crianças pequenas!

A nível profissional, não correu bem ou até correu. Passo a explicar a minha empresa bateu no fundo, mas para compensar entrei na faculdade e o meu ego e auto estima subiram.

A nível financeiro, foi péssimo, continuo sem ordenado, em casa foi difícil gerir as emoções e o dinheiro. Não faltou comida, mas foi complicado, principalmente para mim, que assumi todas as culpas.

Para 2011 desejo saúde. Para o resto temos de batalhar!

Estou a ler:

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Os nossos filhos...

Os nossos filhos são a nossa consciência, na medida em que somos responsáveis por aquelas vidas pequenas e frágeis.
A responsabilidade de sermos o modelo de vida, que absorvem tudo o que os rodeia como esponjas e que os seus primeiros anos de vida são determinantes, para a construção da vida deles como adultos. é pesado para nós pais.
Mas depois, bem depois, vêm aqueles abraços que nos enchem o coração e nos fazem ter vontade de lutar!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Quero ler...


Actualmente não posso comprar muitos livros, os da faculdade levam o meu reduzido orçamento. Mas há livros que precisam de ser lidos, este parece-me que é um deles.

A rubrica de livros no meu orçamento, é semelhante à do orçamento de estado para a cultura, quase inexistente.

Ana Gomes

Ana Gomes é uma figura incontornável da nossa vida política. Independentemente da cor partidária de cada um, temos de lhe reconhecer mérito e genica. Têm sido algumas as vezes que se insurge contra o seu próprio partido, o que pelos vistos, lhe deu fama de rottweiler. A ler na integra aqui.

Na minha opinião a sua assertividade e frontalidade são características em falta nos políticos nacionais. Quando defrontam alguém com esta determinação, assustam-se como caniches.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Jantares de Natal

Li num blog que aprecio, o facto de muitos trabalhadores serem pressionados, directa ou indirectamente, pressionados para comparecerem aos jantares de Natal.
Há uns anos atrás, trabalhava numa empresa que vivia constantemente em crise. Naquele ano não houve aumentos! Quando chegámos ao Natal, começaram a organizar o jantar de Natal. Para mim foi um dos factores que mais contribuiu para a minha desmotivação. Achei um contra-senso, uma falta de coerência e de respeito pelos trabalhadores. Se não houve dinheiro para pagar atempadamente os subsídios de férias, se a cada final de mês era uma choradeira para nos pagarem os nossos vencimentos, porque que raio havia a empresa de ter um custo, só porque era Natal? Para parecer que éramos uma equipa coesa? Pelas aparências?

Recusei-me a ir, não sem antes explicar as minhas razões. Paguei a minha sinceridade nos meses seguintes, foi uma factura cara e pesada. Mas no Natal seguinte já lá não trabalhava. Não lido bem com hipocrisias!

Infelizmente continua a ser assim para muitas empresas, a mentalidade tacanha dos nossos gestores e empresários ainda não permite pensar na satisfação do seu colaborador. Prefere pensar primeiro na sua, prefere o caminho mais fácil, apontar a cenoura ou o cabo da vassoura. Se durante todo o ano pensasse na sua equipa, nesta altura, sabia se devia fazer ou não o jantar.